Desejos e desejos, inconscientes, conscientes?
Quem deseja o que se quer,
Imagina-se rasgando os pedaços,
De um muro a qual se quebra,
Para interpretarmos nossos sonhos e embaraços.
Os sonhos que nos intrigam,
São os mesmos que nos desarmam,
Os abraços que não nos são lícitos,
Quebrantam nossas emoções sonoras.
São meus sonhos a quem interpelo,
Desalinhos em quem me esmero,
Soluços em meio à madrugada,
Dos pesadelos a porta de entrada,
Do meu inconsciente inquieto.
Quem deseja sonhar mais do que viver,
Sem o inconsciente querer conhecer,
Permanece sem vida e estático,
Sem avalia... Dentre sonhos inválidos.
M. Rocha.

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