quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Terror e amor.



Deliciando-me de teu terror
De ver o medo devorar-te, 
Em teu olhar Sombrio,
Arrepios provocam em um corpo nu.
Sentir teu gosto em meus lábios doces,
Mastigar teu corpo,
Saborear-me de tua alma impávida,
Fagocitar cada milimetro do teu corpo,
Com meu olhar cortante,
E meu tom aterrorizante,
Sou aquilo que te dá medo, paixão e terror,
Para o teu desespero, alguns dizem: É amor.

M. Rocha

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