quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A tua espera.


Não quero assassinar teu coração,
Olhe em meus olhos...
Deixe ser levado e jamais serás o mesmo.
Jamais serás o mesmo depois de se entregar a mim.
Jamais retornará a ti,
Depois que teus delicados dedos
Entregarem-se ao meu corpo,
E sentires meu olhar percorrendo seu rosto,
Despindo de ti um sorriso louco.
Misto de amor e prazer eloqüente,
És a razão do meu amor inconseqüente.   

Leva-me embora daqui?
Afaste-me desse lugar solitário,
Tire minhas feridas,
Faça-me acreditar no teu amor?
Estenda-me tua mão...
Leve-me em teu cavalo,
Para um lugar distante.
O nosso próprio mundo
Onde o sol seja nosso sol,
Onde o luar seja nosso luar.
Estou farta de somente desejar-te,
Quero enfim pertencer-te! 

M. Rocha

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