Passos lentos,
Ela vem comendo o vento
Com seu vestido vermelho voluptuoso,
Suas curvas embebedam a noite,
Com o vinho que escorre de sua boca,
Afagado com a língua que passeia,
Pronta para obedecer seus desejos,
Ela poderia morder a taça,
Que a mesma derretiria-se em beijos.
Seus saltos, e coxas caminham devagar,
Ouvindo o som dos passos,
Ele pôs-se a observar,
Era linda, como era... Tinha a pureza de Era,
A deusa da guerra estava em seus olhos,
A esposa de zeus, estava em seu olhar...
Alguém olhava-na, e disto ela sabia,
Rebolando seu corpo repleto de curvas,
Ao perceber excitações,
Sarcásticamente sorria,
Deixando à mostra, boca e dentes em perfeição.
Era propriamente um vulção em erupção!
A noite brilhava-lhe os cabelos,
Perfumados com aroma de mil rosas,
Seu cheiro era forte e amadeirado,
Algo nunca visto, Ou comparado,
Somente sentido, e elevado...
Era como se tivesse uma poção
Para deixar a todos semi-embebedados.
Apenas notava os sorrisos,
Pequenas piscadelas estivacam no canto do olhar,
Pequenas mordidas na boca vermelha,
Deixava ás vezes escapar...
Era a deusa do luar,
E tinha mil estrelas em seu seio ardente,
Tinha a perfeição no olhar,
Era tóxica, sensual, voluptuosa, fervorosa,
Nada aparente como aquela flor fogosa...
Não tinha conversas,
Sua vida era repleta de ações,
Não tinha amores, porém, provocara milhares
De paixões,
Nunca conhecia o amor,
Mas, deixava a todos loucos por si.
Fazia homens perder a cabeça.
Ou perdê-la para dentro de si.
Ela vem comendo o vento
Com seu vestido vermelho voluptuoso,
Suas curvas embebedam a noite,
Com o vinho que escorre de sua boca,
Afagado com a língua que passeia,
Pronta para obedecer seus desejos,
Ela poderia morder a taça,
Que a mesma derretiria-se em beijos.
Seus saltos, e coxas caminham devagar,
Ouvindo o som dos passos,
Ele pôs-se a observar,
Era linda, como era... Tinha a pureza de Era,
A deusa da guerra estava em seus olhos,
A esposa de zeus, estava em seu olhar...
Alguém olhava-na, e disto ela sabia,
Rebolando seu corpo repleto de curvas,
Ao perceber excitações,
Sarcásticamente sorria,
Deixando à mostra, boca e dentes em perfeição.
Era propriamente um vulção em erupção!
A noite brilhava-lhe os cabelos,
Perfumados com aroma de mil rosas,
Seu cheiro era forte e amadeirado,
Algo nunca visto, Ou comparado,
Somente sentido, e elevado...
Era como se tivesse uma poção
Para deixar a todos semi-embebedados.
Apenas notava os sorrisos,
Pequenas piscadelas estivacam no canto do olhar,
Pequenas mordidas na boca vermelha,
Deixava ás vezes escapar...
Era a deusa do luar,
E tinha mil estrelas em seu seio ardente,
Tinha a perfeição no olhar,
Era tóxica, sensual, voluptuosa, fervorosa,
Nada aparente como aquela flor fogosa...
Não tinha conversas,
Sua vida era repleta de ações,
Não tinha amores, porém, provocara milhares
De paixões,
Nunca conhecia o amor,
Mas, deixava a todos loucos por si.
Fazia homens perder a cabeça.
Ou perdê-la para dentro de si.
M. Rocha

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