Tenho fome, tenho sede...
Fome de teu corpo,
Sede de teu sabor,
Ah! que vontade,
De comer tua carne com meu olhar,
Devorar com vorácidade tua pele macia,
Enrroscar-me em teus cabelos,
Saborear-te com minha boca fria,
E fagocitar tua alma com meus beijos,
Cortar-te com meus dentes cheios de desejos.
Doce vontade que me consome,
Invade e devora por dentro,
Anseia teu corpo, tua pele, pertencer a ti,
Ser tua e de ti alimentar-me,
Sem nunca cansar-me,
Uma loba louca pronta para caçar,
Sem nunca desistir de minha presa,
Persistindo dominar-te pela cabeça.
Anseio beber de teu gosto,
O sabor que derramas em meu rosto,
Que queima em porfia minha face incendiada,
Engoles minha vida,
E em minha alma fazes morada,
Bebo incansávelmente de tua fonte de prazer,
Vivo exctasiada, tornando a te pertencer,
Provarei de cada milímetro de teu corpo,
Amaremo-nos até amanhecer.
Fome de teu corpo,
Sede de teu sabor,
Ah! que vontade,
De comer tua carne com meu olhar,
Devorar com vorácidade tua pele macia,
Enrroscar-me em teus cabelos,
Saborear-te com minha boca fria,
E fagocitar tua alma com meus beijos,
Cortar-te com meus dentes cheios de desejos.
Doce vontade que me consome,
Invade e devora por dentro,
Anseia teu corpo, tua pele, pertencer a ti,
Ser tua e de ti alimentar-me,
Sem nunca cansar-me,
Uma loba louca pronta para caçar,
Sem nunca desistir de minha presa,
Persistindo dominar-te pela cabeça.
Anseio beber de teu gosto,
O sabor que derramas em meu rosto,
Que queima em porfia minha face incendiada,
Engoles minha vida,
E em minha alma fazes morada,
Bebo incansávelmente de tua fonte de prazer,
Vivo exctasiada, tornando a te pertencer,
Provarei de cada milímetro de teu corpo,
Amaremo-nos até amanhecer.
M. Rocha

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