quarta-feira, 20 de julho de 2011

Noite.

 
Ó doce lua, doces desejos, doce amar,
Ó impétua vida, Impávido sonho, reflexos de um luar.
Noite que banha os seios de uma flor,
Virgem e casta em melodias do amor,
Sonhos que transformam-se em fogo,
Misturam-se ao sangue de meu doce pulsar.

Coração que bate aflito,
De horror, ecoam gritos que nunca imaginei escultar,
A noite aflora sorrisos, Malícias e delírios,
Dos quais anseio provar,
Na noite sensual, a loba desperta à caçar...
Saciando sua sede de sangue,
Matando a fome da relva, em se deliciar.

O chão molhado, indicam as gotas que a chuva deixou,
O sorriso de dor encharcado,
Mostram as lágrimas que o rosto derramou,
Depois que esta noite passar...
O lua entrega-se ao sol, para de prazer tornar,
Com volupia e paixão, Amam-se até a noite findar.

Autora: M. Rocha.

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