"Aquilo que me alimenta a alma,
De rara calma, que me consome...
Me detona e me desenvolve em loucura,
"Aquilo" Se chama amor.
Não sei quando veio,
E nem ao certo o porquê,
Não entendo por quê me tomas,
Sem ver, ou crer,
Só entendo aos poucos,
Com gritos roucos,
Aquilo me cura, e me atura...
Desenvolve a loucura, e me pertuba em amar.
Tenho em mim desespero,
Vento nos cabelos, um doce ressoar,
Tenho em mim veneno no canto da boca,
Assopro palavras tolas,
E anuncio O AMAR...
Aquilo me consome, me enlouquece e desenvolve.
Me encolhe...
Como se eu já não tivesse sentido,
Me estraga, desenvolve moínhos,
Me faz chorar.
Em sentidos coloquiais, ou termos formais,
Pensamentos banais,
Aquilo me espreme contra o muro,
Me derruba no absurdo...
"Aquilo" repito, Meu caro... É amar".
M . Rocha

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